Não me diga que não conseguem fazer isso!”, fala presidente Clinton em sessão sobre o Haiti
- Clinton anuncia parceria entre o World Economic Forum, a Clinton Global Initiative e as Nações Unidas para ajudar o Haiti
- Em sua 40ª Reunião Anual, o Forum cria um quiosque especial para coordenar investimentos do setor privado no país
- Clinton reconhece a relevância da participação do ex-Primeiro Ministro do Haiti, Michèle Duvivier Pierre-Louis na reconstrução do país
- Todas as informações sobre a Reunião Anual estão disponíveis no http://www.weforum.org/annualmeeting
Davos-Klosters, Suíça, 28 de janeiro de 2010 – Durante sessão especial da 40ª Reunião Anual do World Economic Forum, William J. Clinton, Fundador da Fundação William J. Clinton; Presidente dos Estados Unidos (1993-2001); e Enviado Especial das Nações Unidas ao Haiti, fez um apelo pedindo ajuda imediata e investimento sustentado para apoiar o país durante a luta para construir uma nova e próspera nação dos escombros do terremoto devastador de 12 de janeiro. Em parceria com a Clinton Global Initiative e as Nações Unidas, o World Economic Forum trabalhará para aumentar a participação do setor privado no Haiti no longo prazo.
Clinton admitiu que o Haiti enfrenta grandes desafios. O país, que já era o mais pobre do Ocidente antes do terremoto, já perdeu cerca de 150 mil vidas e centenas de milhares de pessoas estão mutiladas, desabrigadas e passando fome. As necessidades do país são imediatas. “Eu passei o fim de semana passado trabalhando em banheiros e caminhões”, comentou Clinton. “Eu preciso de cem caminhões para ontem.” Os 15 centros de distribuição de alimentos que existem hoje precisam ser multiplicados.
Clinton foi nomeado enviado especial ao Haiti em maio passado pelo Secretário Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon e começou a potencializar a força econômica dos haitianos que migraram do país, reunindo investidores de muitos setores para ajudar o povo do Haiti a implementar seu próprio plano de crescimento, inicialmente desenvolvido pelo economista Paul Collier. O terremoto foi um grande baque para o progresso dos haitianos. “Foi terrível para o Haiti. Hoje, estão praticamente num estado de choque,” disse Clinton. “Mas eu ainda acredito que eles têm muita chance de escapar do seu passado e construir um futuro ainda melhor.”
“Acredito que um país pode renascer das cinzas em pouco tempo,” afirmou, fazendo referência ao crescimento rapidíssimo de Ruanda e a recuperação da Indonésia após o tsunami. “Não me diga que não conseguem fazer isso!” É uma oportunidade para o povo do Haiti construir o país que querem.”
Assessoria de Imprensa do Fórum Economico Mundial









