Em 2011 foi firmado um decreto de promulgação entre Brasil e Estados Unidos em que as companhias aéreas dos países pudessem trafegar sem limitação de voos.

 

O decreto  foi aprovado e assinado recentemente, e  com o acordo “céu aberto” não terá limite de 301 voos por semanas. As rotas serão livres entre os dois países, porém companhias aéreas brasileiras não poderão atuar com voos domésticos nos Estados Unidos, vale a mesma regra vale para eles, aqui no Brasil.A prática de preços e horário e oferta de novos voos também será livre entre as companhias. Quando houve o mesmo decreto entre Brasil e Chile, o tráfego doméstico aumentou 3,5% e o internacional 5%.

 

Com o aumento de voos, a competição das companhias aéreas aumenta e as tarifas podem diminuir, o que é benéfico para os passageiros.

Já as companhias aéreas poderão inicialmente sofrer  inicialmente as mudanças que o acordo poderá trazer. A United Airlines, por exemplo, a terceira maior companhia dos Estados Unidos e entre as principais do mundo, anunciou que o acordo céu aberto pode lhe causar impacto contábil de mais de cem milhões de dólares, já que os valores das tarifas foram impactados.