Os efeitos negativos do vazamento de petróleo de um poço no golfo do México, propriedade da companhia BP (British Petroleum), também podem chegar ao campo de patrocínio do esporte olímpico nos Estados Unidos.

Por enquanto, alguns desportistas olímpicos de destaque se perguntam quais as repercussões em seu futuro do acordo multimilionário de patrocínio que o USOC (Comitê Olímpico dos Estados Unidos, na sigla em inglês) tem com a BP, perante a série de problemas causados pelo vazamento de petróleo no golfo do México.

Do dinheiro recebido pelos desportistas americanos do USOC, uma parte provém do patrocínio da BP. Em fevereiro, o USOC assinou um acordo com a BP pelo qual a companhia petrolífera apresentará entre US$ 10 milhões e US$ 15 milhões, equivalentes a 6% e 7% do total dos patrocínios do organismo olímpico.

O comitê organizador dos Jogos Olímpicos de Londres 2012 também tem um acordo com a BP no valor de US$ 58 milhões para realizar a próxima grande reunião olímpica do mundo.

Por enquanto, ninguém se pergunta sobre a imagem negativa que possa dar à companhia britânica a poluição gerada em uma área importante do golfo do México e que já afeta as regiões litorâneas dos estados de Louisiana e Flórida.

FSP